A empresa mais valiosa do mundo, Nvidia, acaba de ganhar um ‘rival americano’ e ‘poderoso’. A Qualcomm, com sede em San Diego, mais conhecida por alimentar smartphones e PCs, lançou dois novos processadores de IA – o AI200 e o AI250 – marcando um grande impulso em um mercado dominado pelas rivais Nvidia e AMD. O lançamento dos novos chips de IA da Qualcomm fez as ações da empresa dispararem. As ações da Qualcomm dispararam até 20% na segunda-feira, 27 de outubro, depois que a fabricante de chips dos EUA revelou um grande impulso no lucrativo mercado de data centers de inteligência artificial, um espaço atualmente dominado pela Nvidia.A Qualcomm tem como alvo específico o mercado de inferência de IA, concentrando-se em chips otimizados para executar modelos de IA já treinados para gerar respostas. Isso difere da fase intensiva de treinamento em IA, que exige imenso poder de computação e continua sendo o reduto das poderosas GPUs da Nvidia.
O que torna o lançamento da Qualcomm importante
A empresa forneceu detalhes sobre as novas ofertas, com lançamento comercial previsto para os próximos anos. O AI200, esperado para 2026, possui 768 gigabytes de memória por placa e foi projetado para gerenciar o calor em racks de servidores densamente compactados – cada um consumindo até 160 quilowatts – utilizando refrigeração líquida direta.Olhando para 2027, o AI250 deverá ser dez vezes mais eficaz em largura de banda de memória do que os produtos atuais do mercado e, ao mesmo tempo, consumir menos energia, de acordo com a Qualcomm.A incursão da Qualcomm no mercado de data centers desafia diretamente a hierarquia estabelecida. A Nvidia, o exemplo do boom da IA generativa, atualmente mantém uma liderança dominante com seus aceleradores GPU H100 e H200 mais recentes, que são essenciais para treinar e executar modelos de IA em data centers massivos e construídos especificamente. A AMD está posicionada como o principal desafiante e vem ganhando terreno de forma constante.Tanto a Nvidia quanto a AMD consolidaram recentemente sua posição ao firmar acordos com a OpenAI, criadora do ChatGPT, enquanto a indústria corre para construir a enorme infraestrutura necessária para suportar o frenesi da IA.

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